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Roteiros

Venha visitar os inúmeros locais considerados  Património da Humanidade. Encante-se com a maravilhosa história de Castelos, Mosteiros e Palácios. Sinta como os Poetas e Artistas embelezaram os sítios e ruas das Cidades. Imagine como os navegadores portugueses partiram à descoberta do Mundo. Conheça o legado  cultural que o Povo deixou ao longo dos tempos. Visite os mais belos e emblemáticos monumentos de Portugal.

 

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Roteiros em Destaque

Quinta da Regaleira - Sintra
Quinta da Regaleira - Sintra

Visita guiada à Quinta da Regaleira. Venha conhecer os cenários e a representação da viagem iniciática no jardim simbólico da Quinta da Regaleira, um dos mais surpreendentes e enigmáticos monumentos da Paisagem Cultural de Sintra.

 

Seguindo a nossa viagem pelo elegante percurso que ligava o Paço Real a Seteais, nos limites do centro histórico da Vila, encontramos os muros e o Palácio da Quinta da Regaleira.
Esta quinta existe desde o Séc. XVII, na sua mais recente história entre 1904 e 1910, no derradeiro período da monarquia, os domínios românticos outrora pertencentes à Viscondessa da Regaleira, foram adquiridos e ampliados pelo Dr. António Augusto Carvalho Monteiro, para fundar o seu lugar de eleição. Detentor de uma fortuna fabulosa, que lhe valeu a alcunha de “Monteiro dos Milhões”, associou ao seu singular projecto de arquitectura e paisagem, o génio criativo do arquitecto e cenógrafo italiano Luigi Manini, bem como a mestria dos escultores, canteiros que com este haviam trabalhado no Palácio Hotel do Buçaco.

 

Concretiza-se com estes cenários a representação de uma viagem iniciática, por um jardim simbólico, onde podemos sentir a Harmonia das Esferas. Nele se vislumbram referências à mitologia, ao Olimpo, a Virgílio, a Dante, a Camões, à missão Templária da Ordem de Cristo, a grandes místicos, aos enigmas da Arte Real, à Magna Obra Alquímica. Nesta sinfonia de pedra revela-se a dimensão poética e profética de uma Mansão Filosofal Lusa. Aqui se fundem o Céu e a Terra numa realidade sensível, a mesma que presidiu à teoria do Belo, da Arquitectura e da Música.

 

23.JUN Convento do Grilo - Beato
23.JUN Convento do Grilo - Beato

23.06.2018 (sábado) - 10,30H  Visita Guiada à Igreja e antigo Convento do Grilo ou Convento N. S. da Conceição do Monte Olivete, cuja construção conheceu o lançamento da 1ª pedra, por D. Afonso VI, em 1666.

 

O Covento do Grilo, também designado por Convento de N. S. da Conceição do Monte Olivete e por Igreja Paroquial de S. Bartolomeu do Beato (designação adquirida em 1835), a sua fundação remonta ao séc. XVII, pelos Irmãos Descalços de Sto. Agostinho, instalados em Portugal desde 1663, e cuja construção conheceu o lançamento da 1ª pedra, por D. Afonso VI, em 1666. Um violento incêndio destruiu completamente a igreja primitiva. Reconstruída posteriormente, não foi muito afectada pelo terramoto de 1755.

 

Edifício de arquitectura barroca, classificado como Imóvel de Interesse Público, que apresenta uma bonita galilé de 3 arcos de acesso ao interior, de nave única, com 3 capelas de cada lado e uma de cada lado do transepto. Merecem destaque: a capela-mor setecentista em cujo altar, de mármore polícromo, coroado pelas armas reais, exibe a imagem de N. S. do Monte Olivete, orago do convento, ladeada pelas de S. Bartolomeu, orago da paróquia, e de Sto. Agostinho, fundador da ordem; e o património azulejar do séc. XVIII, em bom estado de conservação, retratando cenas religiosas, de corte, de montaria, de caça e do campo, que pode ser observado na sacristia, no átrio de entrada e na escadaria.
Com a extinção das ordens religiosas, em 1834, o convento foi convertido no Recolhimento de N. S. do Amparo ou do Grilo, que antes estivera na Mouraria.

Aqueduto Águas Livres
Aqueduto Águas Livres

Visita Guiada ao Aqueduto das Águas Livres de Lisboa. Venha conhecer e apreciar esta notável obra de engenharia que os Portugueses deixaram à Humanidade, realizando a travessia do Aqueduto do Vale de Alcântara até à Mãe d' Água nas Amoreiras.

 

A intenção da construção do Aqueduto começa a ter forma com a ideia de levar a água das nascentes das Águas Livres, em Belas, para a cidade de Lisboa, nos reinados de D. Manuel, D. João III e D. Sebastião. Em 1571, Francisco de Holanda, para garantir o abastecimento de água à capital, propôs ao rei D. Sebastião a reconstrução de um aqueduto e da antiga barragem romana de Olíssipo. Só no reinado de D. João V, em pleno Séc. XVIII foi decidido avançar com a construção, tendo os custos sido integralmente suportados pela população de Lisboa, através de taxas sobre a carne, o azeite e o vinho.

 

O projecto e a construção do aqueduto devem-se essencialmente ao brigadeiro Manuel da Maia, ao sargento-mor Custódio Vieira, ao capitão de engenharia Carlos Mardel e ao procurador da cidade, Cláudio Gorgel do Amaral, pela sua determinação em resolver o problema do abastecimento de água à cidade de Lisboa. O rei D. João V, saturnino por devoção, assinou em 12 de Maio de 1731, um sábado, o decreto régio para a construção do Real Aqueduto das Agoas Livres. O tempo passou, e as obras, lá foram iniciadas sob a direcção do arquitecto Manuel da Maia e do sargento-mor Custódio de Vieira. Apesar de ter começado a abastecer de água uma rede de chafarizes na cidade de Lisboa a partir de 1748, só ficou concluído em 1834.

 

O Aqueduto das Águas Livres guarda um conhecimento, um saber únicos, uma obra hidráulica notável, uma beleza inigualável, o trabalho de inúmeros pedreiros que desbastaram as pedras para lhe dar forma, o único monumento câmara escura jamais construído, que permite o reflexo da paisagem exterior num jogo de cor, luz, sombra, aromas que toca o sagrado e que jamais nos separa do Todo. Um sistema de distribuição de água duplo, que os Portugueses deixam à Humanidade.

 

Simbolismo Baixa Pombalina
Simbolismo Baixa Pombalina
Após o devastador terremoto de 1755 em Lisboa, o rei D. José I e o seu Ministro Marquês de Pombal tomaram medidas imediatas para que a cidade renascesse novamente. Contrataram assim um considerável número de arquitectos e engenheiros, que em menos de um ano fizeram o “milagre” de transformar Lisboa numa cidade nova e sem ruínas.

O novo centro, hoje conhecido por Baixa Pombalina é uma das zonas nobres da cidade. São os primeiros edifícios mundiais a serem construídos com protecções anti-sísmica, que foram testadas em modelos de madeira à medida que as tropas marchavam ao seu redor testando assim a sua resistência - a famosa gaiola pombalina.

Contudo, esta grandiosa obra “escondia” algo mais. Hoje, temos uma Lisboa marcada por um sistema simbólico ligados ao Esoterismo, à Maçonaria, à Alquimia, à Mitologia, etc. Temos uma Lisboa povoada por estátuas e obeliscos, por altos e baixos relevos, por azulejos que nos contam histórias maravilhosas, que nos falam de mistérios inimagináveis e que de uma forma ou de outra nos sugerem o mito, o sonho da Lisboa do Quinto Império.
 
 
Cerca Velha ou Moura - Alfama
Cerca Velha ou Moura - Alfama

Venha visitar os vestígios da muralha mais antiga de Lisboa, conhecida por Cerca Moura, que delimitou e defendeu Lisboa na época medieval. Partindo da Rua do Chão da Feira no Castelo, descendo até ao rio Tejo, viajamos por Alfama, Casa dos Bicos, Sé Catedral.Encontram-se hoje em dia vestígios da muralha mais antiga de Lisboa que se tem conhecimento, conhecida por Cerca Moura.

 

Este sistema defensivo terá sido construído pelos Mouros aquando a sua ocupação do território, provavelmente entre inícios do século X até 1147, ano em que as forças de D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, tomaram a cidade aos Mouros. A Cerca Moura incluía no seu interior a importante Alcáçova e a Medina Mouriscas, e foi construída num período de florescimento urbano e comercial da cidade, que tinha entrado em declínio com a instabilidade das anteriores ocupações bárbaras, até à conquista do território pelos Muçulmanos em 719. Algumas teorias apontam inclusivamente para uma construção ainda do período de ocupação Romana que terá sido aproveitada pelos Mouros.


Actualmente encontram-se visíveis troços desta vasta muralha e também de algumas torres. A “Cerca Velha” que delimitou e defendeu Lisboa na época medieval é recriada num circuito pedonal sinalizado que passa pelo Castelo, Alfama, Casa dos Bicos e Sé, descendo até ao Rio Tejo.

 

Mouraria culturas e tradições
Mouraria culturas e tradições

A Mouraria é um dos mais tradicionais bairros da cidade de Lisboa, que deve o seu nome ao facto de D. Afonso Henriques, após a conquista de Lisboa, ter confinado uma zona da cidade para os árabes. Foi neste bairro que permaneceram os mouros após a Reconquista Cristã.

 

Vamos conhecer as tradições, culturas e história do Bairro da Mouraria. Na diversidade do património são evocados santos padroeiros, ofícios desaparecidos, famílias aristocratas e caminhos antigos. Sob o olhar majestático do castelo, o casario acotovela-se até ao vale, num labirinto de becos, ruelas, largos e escadinhas que nos fazem lembrar uma Medina árabe.

 

Nas ruas permanecem pedras foreiras e as velhas portas da cidade medieval. Muralha Fernandina, Capela N. S. da Saúde, Colégio dos Meninos Órfãos, Colégio de Santo Antão-O-Velho, Palácio da Rosa, Recolhimento de São Cristóvão, casa de balcão de ressalto do Largo da Achada e outros edifícios seculares resistem na Mouraria.

 

Já na Rua do Capelão, a História passa pela casa onde viveu Maria Severa Onofriana, um dos mitos fundadores do Fado, rica em amores e desamores e a casa onde nasceu Fernando Maurício, considerado um dos mais castiços fadista e filho ilustre da Mouraria.

 

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